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Deputada Sofia e defensora pública visitam IE e cobram solução para prédio interditado

O Instituto de Educação General Flores da Cunha, que completará 156 anos neste próximo sábado, é uma das instituições mais tradicionais do Rio Grande do Sul, e segue em obras sem previsão clara de conclusão. Além da demora nas reformas, a comunidade escolar enfrenta outro impasse: o projeto do governador Eduardo Leite de transformar parte da estrutura em um museu.

A proposta tem gerado indignação, principalmente porque a área afetada inclui a Educação Infantil, que já sofre com a falta de vagas para crianças. Nesta quarta-feira, 2, a deputada estadual e vice-presidente da Comissão de Educação, Sofia Cavedon (PT), visitou o Instituto de Educação acompanhada da defensora pública dra. Paula Simões. O objetivo da visita foi avaliar a situação da escola, que há mais de um ano sofre com a interdição de parte de seu prédio pelo governo do Estado.

Atualmente, a Educação Infantil do Instituto de Educação está sendo atendida na Escola de Aplicação Dinah Neri Pereira. Conforme Sofia, o prédio não possui estrutura adequada para as crianças, carecendo de conforto e das exigências básicas de segurança, como o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI). As famílias estão à espera da conclusão das obras no prédio original da Educação Infantil para que possam retornar a um espaço adequado.

Além dos problemas estruturais e da incerteza sobre o futuro da Educação Infantil, a comunidade escolar enfrenta a falta de biblioteca e também de RH. Faltam monitores e funcionárias da merenda para atender os 1.485 alunos matriculados, informa Sofia.